Anna Handick

Nicarágua/Alemanha

1985

Anna Handick (1985) artista visual alemã é vinculada à Nicarágua desde 2004 e residente do país desde 2016. Sua trajetória artística começou com os estudos de Belas Artes na Academia de Belas Artes de Nuremberg, Alemanha (2011). Anos depois de sua graduação, se mudou para Manágua, trabalhando como docente na Escola Nacional de Belas Artes Rodrigo Peñalba. Ministrou cursos de desenho, escultura, desenho de composição e de trabalhos de conclusão de curso.

A relação da artista com a natureza é evidente em todo o corpo de trabalho que vem desenvolvendo há mais de 10 anos, utilizando-se da metáfora: "A sociedade como um organismo vivo e orgânico, que usa estratégias de sobrevivência como mecanismos de resistência e adaptação a situações adversas no mundo biológico". Percebemos a afirmação acima na instalação "Desapercibidos" (2016), uma série de elementos escultóricos de alumínio, semelhantes a micro-organismos agrupados, empilhados e caminhando numa mesma direção. Esses retratam uma alegoria sobre a luta pelos direitos dos movimentos migratórios e grupos de refugiados na Europa.

Já na obra "Bajo la Superficie" (2020), é possível observar uma série de elementos geométricos, evocando uma metrópole cheia por uma multidão de organismos que estão se agrupando e envolvendo as estruturas da mesma. Estas aglomerações interpretadas pela artista, representam uma das manifestações mais históricas nos Estados Unidos, o movimento social #BlackLivesMatter em protesto contra a brutalidade policial contra as pessoas afrodescendentes.

"Acredito na mudança social através da persistência tranqüila, mas tenaz, e da organização comunitária para o bem comum". Portanto, repetição, expansão e ocupação de espaços são características comuns tanto nas obras tridimensionais quanto nos desenhos".

Participou das seguintes exposições individuais: Galerie Ute Barth, Zuerich (2019), Nuancen, Galeriehaus Nord, Nürnberg Tronatra, KUNSTKABINETT im Kunstverein Bayreuth (2015), Particles of Time, Palácio Nacional da Cultura, Manágua/Nicarágua (2013) e Art Forum Ute Bath, Zurique (2012). E também, das exposições coletivas: Triennale Schweinfurt (2018), LAB Arte y Ciencia de Estudios Nuboso, Panamá (2017), X Bienal Centroamericana de San José, Costa Rica (2016), Palácio da Cultura, Manágua (2013), Galerie Ute Barth, Zuerich (2012).

Handick foi premiada pelo Ministério da Ciência, Pesquisa e Artes da Baviera para a promoção dos recém-chegados e o Prêmio Arte Jovem da Galerie Ute Barth, Zurique (2012). Além disso, fez as seguintes publicações: Nuancen (2016), Anna Handick, Catálogo para iniciantes (2012), KHORA (2011) e LfA-calendar Junge Kunst in Bayern (2010).

Español

Anna Handick (1985) Es artista visual alemana, vinculada con Nicaragua desde el 2004, residente en el país desde 2016. Su trayectoria artística comienza cuando se forma en Artes Plásticas por la Academia de Bellas Artes de Núremberg, Alemania (2011). En el momento que se traslada a Managua comienza su docencia en La Escuela Nacional de Artes Plásticas, Rodrigo Peñalba donde ministraba cursos de dibujo, escultura, diseño de composición y trabajos de conclusión de cursos.

La relación de la artista hacia la naturaleza es evidente en todo el cuerpo de trabajo que viene desenvolviendo desde más de 10 años, en el cual utiliza la metáfora; "La sociedad como un organismo vivo y orgánico que utiliza estrategias de sobrevivencia como mecanismos de resiliencia y adaptación a situaciones adversas en el mundo biológico". Entres sus obras más destacadas, percibimos el enunciado anterior en la instalación "Desapercibidos" (2016) una serie de elementos escultóricos de aluminio, parecidos a microorganismos agrupados, amontonándose para llegar hacia un mismo destino, funciona como alegoría sobre la lucha por derechos de los movimientos migratorios y grupos de refugiados en europa.

Ahora la obra "Bajo la Superficie" (2020) muestra un diseño con una serie de elementos geométricos que se asemejan a una gran metrópolis siendo infestado por una multitud de organismos que se agrupan y a los pocos van envolviendo dichas estructuras. Estas aglomeraciones representan una de las manifestaciones más historias de Estados Unidos, el movimiento social #BlackLivesMatter en protesta en contra de la brutalidad policial hacia las personas afrodescendientes.

"Creo en el cambio social mediante la persistencia silenciosa pero tenaz y la organización comunitaria para el bienestar común. Por lo tanto la repetición, la expansión y ocupación de espacios son rasgos comunes tanto en la obras tridimensionales como en los dibujos"'

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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