Agrippina R. Manhattan

BRASIL

1997

Sou artista, professora, travesti e tantas outras coisas porque quis. Nasci e fui criada em São Gonçalo, vivi o deslocamento entre RIO-Niteroi-SG como ponto de partida epistemológico como boa parte da minha vida. Sinto e encaro meu trabalho como parte de uma profunda preocupação sobre tudo aquilo que restringe a liberdade. A palavra, a norma, a hierarquia, o pensamento, eu mesma. Sinto que não sou obrigada a nada e isso me realiza. Escolhi meu nome e inventei a mim mesma, como escolho um título para um trabalho ou encontrando a tradução do que senti em poesia. Penso escultura como poesia, e poesia como escultura e tudo como um só e parte dela.
Por tudo aquilo que é possível imaginar mas ainda é impossível de nomear.

Fonte:

Comunhão

Comunhão

Perfume, 50ml, água deionizada, propiletilenoglicol, álcool, fixador e sangue (2017)

A linha e a agulha

A linha e a agulha

Painel de LED e extensões elétricas (2018)

O Abuso da Beleza ou A travesti que queria ser artista

O Abuso da Beleza ou A travesti que queria ser artista

Gilete, ouro e caixa de veludo (2018)

Revanche

Revanche

Instalação, letras em acrílico espelhado (2018)

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