Aline Baiana

BRASIL

1985

Nascida em 1985 em Salvador, Bahia, Brasil, Aline Baiana atualmente vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Berlim.
Trabalhando com foco em conflitos ontológicos e em convergência com estudos indígenas, feministas, raciais, ambientais e de justiça social, o trabalho de Aline Baiana revela a importância de descobrir outras histórias, dentro e contra os poderes hegemônicos do domínio colonial.
O trabalho de Baiana já foi exibido em várias exposições e festivais de cinema, incluindo a exposição Flutuantes no Paço Imperial, Rio de Janeiro (2018); Nanica, nos espaços Bull Station, São Paulo e Saracura, Rio de Janeiro (2017-2018); Bestiário no Centro Cultural São Paulo (CCSP) (2017); Mostra Corpos da Terra na Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2017); Da urgência de cada um no Largo das Artes, Rio de Janeiro (2016); Feminismo e Feijoada, no Capacete, Rio de Janeiro (2015); Stains in te cowshed, no Neu West Berlin (2015); Novas Poéticas, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014) e IV Jardim Suspenso da Babilônia no Rio de Janeiro (2014). Em 2014 participou da Bienal de Sharjah e em 2020 participa da Bienal de Berlim.
Baiana organizou e moderou uma palestra com mulheres indígenas na Mostra Corpos da Terra na Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2017). Ela também foi co organizadora de duas edições de eventos do Abril Indígena, que faz parte da mobilização nacional anual pelos direitos dos povos Indígenas no Brasil (2016-2017), e produtora assistente do Filmambiente, Festival Internacional de Cinema Ambiental, Rio de janeiro (2013-2016).
É bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro (2010) e possui MBA em Gestão Ambiental pela Escola Politécnica da UFRJ, Rio de Janeiro (2012). Ela também participou da formação Práticas Artísticas Contemporâneas (PAC), na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro (2016).

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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