Katheryn Patá

Guatemala

1997

É artista visual, musicista, gestora artística e tatuadora. Começou a pintar na universidade e logo desenvolveu uma linguagem própria. Em 2016 obteve diploma em Formação Musical com especialização em Violão Clássico no Conservatório Nacional de Música Gérman Alcántara, em 2015 iniciou os seus estudos em Artes Visuais e em 2019 concluiu a Licenciatura em Artes Visuais com Especialização em Pintura no Escola Superior de Arte - USAC, ano em que começa a tatuar. Em 2020 obtém o Diploma em Formação Musical com especialização em Guitarra Elétrica.

Sua obra visual é um conjunto trabalhado principalmente em acrílico, com uma estética pouco convencional, direcionada para o obscuro e em fronteiras com o grotesco. Às vezes, joga espontaneamente com o suporte e por outras expressa seus próprios sentimentos poeticamente, com símbolos extraídos de seu subconsciente por meio de desenhos automáticos e sonhos, além de inspirar-se em filmes, músicas e curtas-metragens.

Seu trabalho passa pelo exercício artístico constante de uma mente que não se apaga, que tende a descansar talvez nos momentos de inspiração, que podem até ter sua origem nos sonhos lúcidos. Um exemplo é o trabalho de Caos [2019] que surge em meio a esse turbilhão de pensamentos e traz a força do gesto e da improvisação.

Nas obras Ruído Mental [2020], Hilos [2019], Mirada [2019] e No es [2018] fica evidente sua estética entre o expressionismo e surrealismo, além do domínio da técnica realista que a artista utiliza para destacar partes das pinturas que evidenciam sensações físicas sendo transferidas. Sendo esta a forma mais sincera de expressar seus sentimentos perante a sociedade e acontecimentos pessoais, retrata personagens humanóides com os quais tenta criar uma realidade paralela, para expressar sentimentos como solidão, tristeza, ansiedade, inconformidade, vazio, indiferença, mistério e escuridão , usando uma gama de cores frias e composições simples.

Patá também encontra inspiração na música, arte que sempre a acompanhou em seus processos. Traz a influência de seu avô músico; às vezes ela ouve uma música que a faz sentir intensamente e a faz querer transferir esse sentimento para o físico. Com isso, passa a experimentar não só com os sentidos visuais, mas também com o espaço, como em sua pesquisa para a obra Synesthesia Musician-color [2019], - parte de sua tese de graduação sobre frequências de cores e sons, em parceria com Lisa de Leon -; uma obra sonora com texturas, luzes led e fones de ouvido que acrescenta o público como parte da obra, de forma que não busca especificar ou exclusivizar sua experiência, mas sim visando a capacidade de chegar a uma síntese da sensações que podem ser compartilhadas com o outro, ato evidente em toda a sua obra.

Participou de mais de 40 exposições coletivas, festivais artísticos, atividades culturais e murais coletivos no interior e exterior da Guatemala, além de ter administrado mais de 13 atividades artísticas dentro da capital. É integrante e fundadora do Colectivo Jade, coletivo de gestão artística em que são utilizadas várias linguagens artísticas. Algumas das atividades artísticas das quais tem participado são as exposições Recontarnos 2020, Galería Abierta 2019-2020, Festival del Centro Histórico, Festival Bonito Mi Barrio, Mural Los Fundadores na ENAP e o Mural La história y evolución del arte más humano: la medicina en la Facultad de Medicina de la USAC. Entre seus reconhecimentos está o Terceiro Lugar no Prêmio Memória Artística 2020 pelo Imaginatorio Cooperative e o Prêmio Liderança Estudantil 2019 concedido pelo DIGEU-USAC. Atualmente segue trabalhando em seu trabalho pessoal e explorando a instalação como meio.

Español

Artista visual, música, gestora artística y tatuadora. Empieza con la pintura en la universidad y pronto ya desarrolla un lenguaje propio. En 2016 culmina un Diplomado en Formación Musical con especialización en Guitarra Clásica en el Conservatorio Nacional de Música Gérman Alcántara, en 2015 inicia sus estudios en Artes visuales, en 2019 cierra pensum de una Licenciatura en Artes Visuales con Especialización en Pintura de la Escuela Superior de Arte - USAC, año en que comienza a tatuar. En 2020 culmina un Diplomado en Formación Musical con especialización en Guitarra Eléctrica.

Su obra visual es un conjunto de obras mayormente trabajadas en acrílico con una estética poco convencional, hacia lo oscuro y en frontera con lo grotesco. A veces juega espontáneamente con el soporte y en otras expresa poéticamente sus propios sentimientos, con simbologías sacadas de su subconsciente por medio del dibujo automático y sueños, además de inspiraciones en películas, música y cortometrajes.

Su trabajo pasa también por el constante ejercicio artístico de una mente que no se apaga, que suele descansar quizás en los momentos de inspiración, que pueden incluso tener su origen en sueños lúcidos. Un ejemplo es Caos [2019] obra que surge en medio de ese torbellino de pensamientos y trae la fuerza del gesto y de la improvisación.

En las obras Ruido Mental [2020], Hilos [2019], Mirada [2019] y No es [2018] nos queda evidente su estética entre expresionista y surrealista, además de el dominio de la técnica realista que la artista utiliza para destacar la parte de la pintura que tiene que ver con la sensación física que transfiere. Siendo así la forma más sincera de expresar su sentir ante la sociedad y sucesos personales, retrata personajes humanoides con los que intenta crear una realidad paralela, para expresar sentimientos como soledad, tristeza, ansiedad, inconformidad, vacío, indiferencia, misterio y oscuridad, usando una gama de colores fríos y composiciones simples.

Patá también encuentra inspiración en la música, que es un arte que siempre la ha acompañado en sus procesos. Trae la influencia de su abuelo músico; a veces escucha una canción que la hace sentir intensamente y le hace tener ganas de transferir ese sentimiento a lo físico. Con eso pasa a experimentar no solo con los sentidos visuales, sino con el espacio, como en su investigación para la obra Sinestesia Músico-color [2019] -parte de su tesis de licenciatura sobre frequencias de color y sonidos, en asosiasión con Lisa de Leon- ; una pieza sonora con texturas, luz led y audifonos que agrega al publico como parte de la obra, de manera que no busca especificar ni exclusivizar su experiencia, sino que tiene la capacidad de llegar a una síntesis de la sensaciónes que pueden ser compartidas con el otro, acto evidente en toda su obra.

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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