Kathy Munguía

HONDURAS

1990

Kathy Munguía é escultora, nascida em Tegucigalpa, Honduras.
É Licenciada pela Escola Nacional de Belas Artes e licenciada em Educação Artística na Universidade Nacional Pedagógica "Francisco Morazán". Durante sua formação profissional, a artista começou a sentir-se atraída pela escultura, mas foi só em 2012 que começou a fazer as primeiras experiências nesta linguagem.

Nas suas diferentes produções artísticas: “Ensueño” e “Despertar de las Ideas” (2015), ambas esculturas diretas em pedra arenito, vemos a representação da mulher, aspecto tratado pela artista como símbolo de resistência, de força criativa e transformadora. Munguía rapidamente inicia um fio condutor na escultura figurativa, com o intuito de evidenciar as experiências pessoais, a memória afetiva e as relações que vão se construindo no seio familiar e no núcleo social. Em sua obra "Diálogo Paternal" (2016), obra que realiza em homenagem ao pai, encontramos duas cadeiras esculpidas em arenito e metal, uma ao lado da outra, embora com um milímetro de diferença de separação: é mais um encontro íntimo entre os dois objetos. A artista traz a representação figurativa daquilo que seriam as peças-chave dentro do espaço de convívio familiar, como poltronas e cadeiras, como objeto de estudo artístico para mostrar a relação entre o objeto doméstico e sua representação no âmbito afetivo, que pode ser rapidamente percebida no obra “Estudio sobre la Distancia” (2017), escultura em pedra arenito, que destaca a ausência de diálogo e a distância das pecas que existe entre as poltronas sobre um fino leito de areia de mármore. Outro elemento frequente na poética da artista é a concha, que é representada desde o início de sua carreira até a atualidade.

A concha como espiral é um arquétipo de tempo e mudança, sinônimo do lar e proteção. Os exemplos são: escultura "Concha" em cerâmica vidrada e escultura "Meta Morphe" (além da forma) em pedra arenito (2019). O procedimento de entalhe direto no material deixa "cicatrizes" opacas que são detalhes que caracterizam as composições escultóricas da artista, bem como sua grande escala dimensional. Seus trabalhos a levaram a participar de várias exposições, como em: IHCI Biennial of Painting for Central America and the Caribbean (2010, 2012, 2014), Bienal de escultura e cerâmica para a América Central and the Caribbean IHCI (2013, 2017 e 2019). Exposição individual itinerante de escultura "Memorias en Piedra" na Galeria Nacional de Arte de San Pedro Sula, Honduras (2016) e no Ministério de Relações Exteriores de El Salvador (2017), locais onde expôs 15 peças escultóricas que foram realizadas durante um ano como parte da residência artística na Casa Taller Sindamanoy em Valle de Ángeles, Honduras. "Nós, esses Sujeitos", exposição coletiva de mulheres artistas no Museu da Identidade Nacional, Tegucigalpa (2018). Exposição individual “Huellas Resilientes” que foi exibida na SALA-MAC da Mulher nas Artes em Tegucigalpa (2019) e muitas outras. Atualmente a artista é membro do Simpósio Itinerante de Escultura de Honduras, e faz parte de dois grupos no país.

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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