Mónica Mayer

MÉXICO

1954

Nascida na Cidade do México em 1954, Mónica Mayer estudou Escuela Nacional de Artes Plásticas of the Universidad Nacional Autónoma de México (antiga Academia de San Carlos) entre 1972 e 1976. Ela rapidamente percebeu como sua identidade feminina afetava negativamente a recepção de seus trabalhos. Após debates engendrados pelo Ano Internacional da Mulher das Nações Unidas e sua principal conferência, realizada na Cidade do México em 1975, Mayer se envolveu no grupo feminista Movimiento Feminista Mexicano e no coletivo feminista de cinema Colectivo Cine Mujer. Em suas primeiras exposições, Collage íntimo (1977) e Muestra colectiva feminista (1978), apresentou desenhos e colagens, mídias que permaneceriam o pilar de sua produção. Em 1978, na exposição bienal Salón 77–78: Nuevas tendencias no Museo de Arte Moderno na Cidade do México, ela apresentou uma instalação participativa, El tendedero (O varal), que estabeleceu os princípios de projetos futuros: foi projetado para um projeto um evento público, solicitando respostas e envolvimento dos participantes.
Entre 1978 e 1980, Mayer estudou no Feminist Studio Workshop no Woman's Building em Los Angeles com figuras-chave do movimento de arte feminista como Suzanne Lacy (n. 1945) e Leslie Labowitz (n. 1946). Em 1980, obteve um mestrado em sociologia da arte no Goddard College com a tese "Arte feminista: uma ferramenta política eficaz". Em seu retorno ao México, Mayer começou a se reunir com mulheres artistas para discutir e sondar as possibilidades da arte feminista. Em 1983, co-fundou o grupo Polvo de Gallina Negra com Maris Bustamante (n. 1949) e, inicialmente, Herminia Dosal. O primeiro, conscientemente proclamado coletivo de arte feminista no México, esteve ativo até 1993. Em 1989, Mayer e seu marido, Víctor Lerma (n. 1949), co-fundaram Pinto mi Raya, que depois de três anos como espaço artístico independente tornou-se uma plataforma para o desenvolvimento de "projetos de arte conceitual aplicada" que visam "lubrificar o sistema de arte para que funcione melhor".
Como uma extensão de sua prática artística, Mayer falou e escreveu extensivamente sobre arte, mulheres e feminismo. Entre 1988 e 2008, foi colunista do jornal El Universal. Ela publicou vários livros - principalmente Rosa chillante: Mujeres y performance no México (2004) - e vários ensaios, tanto no México quanto no exterior, e contribuiu para periódicos como Poliéster, Curare, Debate Feminista, n.paradoxa e Performance. Pesquisa e livros, incluindo Perform, Repeat, Record: Live Art in History (2012), editado por Amelia Jones e Adrian Heathfield

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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