Maria Macêdo

BRASIL

1996

Maria Macêdo, nascida em Quitaiús-Ceará (1996). Vive e trabalha em Juazeiro do Norte-CE.
É Artista Visual, Educadora, Pesquisadora e Atuante com licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (2019).
Pesquisadora no projeto YABARTE- Processos Gestacionais na arte contemporânea a partir dos pensares e fazeres negros femininos, liderado pela Drª Renata Felinto (2018- 2019), do qual tem realizado um levantamento a nível nacional de artistas negras brasileiras atuando na contemporaneidade.
Membra do Grupo de Pesquisa Novos Ziriguiduns (Inter)Nacionais Gerados na Arte- NZINGA, da comissão organizadora do Seminário Internacional Arte/Gênero/Ensino em Tempos de Conservadorismo/URCA, da comissão organizadora do congresso internacional Artefatos da Cultura Negra/URCA.
Membra do Coletivo Artivista Karetas com Prekito (2018), Coletivo Cantando Marias (2019), e do coletivo de teatro Iamís Kariris (2019).
No seu campo de formação, pesquisa e ministra oficinas/aulas na perspectiva da produção de conhecimento para além da história única, sobre a produção de arte não-hegemônica, como foco nos conhecimentos produzidos pela população negra. Com o projeto de formação Narrativas Negrascendentes nas Artes Visuais tem promovido espaços para discutir a produção de origem negra na história da arte brasileira, com foco nas mulheres artistas. Este projeto foi mediado no Centro de Artes/URCA, em Crato, na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB, em Redenção-CE, e no 36º Festival de Artes de São Cristóvão, em Sergipe.
Como artista, desenvolve trabalhos artísticos a partir do seu corpo, enquanto mulher negra, nordestina retirante, traçando caminhos a partir das lacunas historiográficas, as construções afetivas e memórias pessoais/coletivas. Evocando a força ancestral da vida no campo, encontra nas vivências na terra o caminho que guia o seu fazer artístico enquanto artista agricultora retirante, fertilizadora de imagens.
Participou de exposições coletivas em Fortaleza-CE, e na Região do Cariri, e no Sertão Central Cearense nos anos de 2017 a 2019. Em Salvador, na Galeria Cañizares e no Fórum Obirin-Centro Cultural da Barroquinha, na cidade de São Paulo no Quilombo Urbano Aparelha Luzia, a convite da artista Renata Felinto, e no 36º Festival de Artes de São Cristóvão em Sergipe.
Expôs no Museu L'imaginari, Espanha, com título Pensar un Brasil Negra y Mujer (2020).
Como performer, se apresentou no Cariri, em Salvador, em Belo Horizonte-MG, na 7ª Temporada da SegundaPRETA, e em Fortaleza através do Centro Cultural Bom Jardim e durante o I Festival de Performance Urbana do Ceará, onde também foi residente no “Corpo, gênero e Cidade”
Assinou algumas curadorias coletivas, como Insurgências (2019) no Centro de Artes/URCA, SERILUSORA (2019), Mulheres Pensantes, Presentes! e RASTROVESTIGIUM (2018), na galeria Maria Célia Bacurau/URCA, em Crato-CE.
Integrou a equipe de Curadoria Educativa da Bienal Naifs do Brasil 2020– SESC Piracicaba/SP.

Fonte:

Procissão para os corpos que não morreram

Procissão para os corpos que não morreram

perfomance - foto Wandeállyson Landim (2020)

Procissão para os corpos que não morreram

Procissão para os corpos que não morreram

perfomance - foto Wandeállyson Landim (2020)

Tálamo

Tálamo

perfomance - 7ª Temporada da SegundaPRETA, Teatro Espanca!. Belo Horizonte-MG. Foto: Pablo Bernardo. (2019)

Fecundidade

Fecundidade

da série Yabas - Aquarela s/ papel. 14,8 x 21 cm. (2018)

Fecundidade

Fecundidade

da série Yabas - Aquarela s/ papel. 14,8 x 21 cm. (2018)

Reconstruindo memórias Perdidas

Reconstruindo memórias Perdidas

Série fotográfica (2018)

Reconstruindo memórias Perdidas

Reconstruindo memórias Perdidas

Série fotográfica (2018)

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