Marissa Alarcón

GUATEMALA

1998

Marissa Alarcón começou na fotografia aos 9 anos de idade, quando seus pais a presentearam com uma pequena máquina fotográfica da marca Fujifilm. Foi nesse momento que começou a fazer suas primeiras experiências, levando-a até sua primeira aula de história da fotografia com o professor Alejandro de León em 2013, onde se interessou pelo processo do Pinhole e as diferentes possibilidades que a câmera pode trazer. Com o passar do tempo, continuou se aprofundando na técnica com uma câmera profissional Olympus, desenvolvendo também trabalhos no âmbito da linguagem com foco na poesia, sendo fortemente influenciada pelos poetas guatemaltecos que lia nesse momento, como Júlio Serrano, Vania Vargas, Manuel Orestes Nieto e a poeta indígena Maya Qu.
A união das duas linguagens fizeram das obras da artista uma série de peças que dialogam entre palavras e imagens. Os temas com os quais a artista trabalha são sobre suas lembranças de infância, a sua ligação com as mulheres da sua família e a situação da mulher na sociedade guatemalteca, assim como a documentação das manifestações do movimento LGBTQI+ na cidade da Guatemala. Teve sua primeira exposição coletiva no Heróis Foto 30, realizada no Prédio dos Correios e no Festival Ixchel, Guatemala (2012). Em 2015 ganhou uma bolsa integral para estudar Introdução à Fotografia na Fototeca (2013), espaço que abriu varias possibilidades técnicas, possibilitando participar da exposição 21K no município da Guatemala (2014).
Com o passar do tempo, ela conseguiu uma estrutura de trabalho misturando três elementos nas suas peças: a fotografia, o bordado e o jogo de palavras ou poemas. Tal composição é visível na série tríptica Memoria, onde a artista aborda as mulheres de sua família em pequenos retratos, seguidos de uma breve explicação sobre questões pessoais de cada uma delas. Ela coloca uma cobertura com papel vegetal, onde aparece, com uma leve transparência, a imagem e o bordado feitos na obra.
Atualmente, a artista estuda escrita criativa e indaga sobre questões relacionadas às experiências sobre narrativas das mulheres da sua família.

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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