Priscila Amoni

BRASIL

1985

Graduada em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais e Mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Portugal, hoje trabalha como Pintora Muralista e Diretora de Arte no cinema. Co-criadora e curadora do festival CURA – Circuito Urbano de Artes, segundo maior festival de arte urbana do Brasil. No festival a artista pintou um dos mais altos murais da América Latina, com 49 metros de altura.
Amoni começa a pintar telas em 2008, e é em 2013 que seu trabalho passa a ocupar os espaços públicos ganhando os grandes formatos. A artista tem murais em diversas cidades do Brasil e em outros países, como França e Portugal. Viveu em Lisboa durante 3 anos, onde, além do seu mestrado, participou em três exposições coletivas, uma delas na Galeria Arte Periférica, localizada no Centro Cultural de Belém. No Brasil também participou de exposições coletivas, como “Vermelho é a cor da esperança”, no Espaço 104, Belo Horizonte e “Panaceia”, na Casa Camelo. Seus trabalhos são comumente utilizados para projetos gráficos, como por exemplo a capa dos discos “Camaleão Borboleta”, da banda Graveola e o Lixo Polifônico, “Enero”, do Confeitaria, e “Mana”, de Luiz Gabriel Lopes.
Seu trabalho é a expressão de sua relação com o poder feminino e das plantas, o estudo de sua força e seu sentido de cura, sempre privilegiando a perspectiva do conhecimento popular, principalmente as de cultura oral. Em sua obra mulheres e plantas e mulheres-plantas são curandeiras brasileiras, são negras-índias-brancas de cuja cabeça nascem plantas, órgãos vitais são frutas, pulmões podem ser bananas ou babosas, o coração pode ser uma pitaya o útero um grande cacho de guaranás. Criam-se hibridismos para reforçar nossa não separação com a natureza e o poder de transmutação presente dentro de nós. O seu processo de criação é normalmente ligado ao espaço onde a obra acontece.

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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