Rosana Andrade

BRASIL

Mãe solo da Luíza Amélia, 9 anos, e da Melina, com 6 anos, periférica. Mora hoje na minha cidade natal, no interior do estado de São Paulo, em Regente Feijó, ao qual costuma me referir como periferia rural. Desde 2017, desenvolve um trabalho artístico a partir da fotografia amadora, intitulado Absurdity daily. Através de um montante de referências, e atravessamentos, surgiram questionamentos sobre o quão a morte impacta o indivíduo, o que se movimenta a partir da estética, do contato com a matéria enquanto corpo, e principalmente de como se concebe e se desenvolve o conceito de vida ante a iminência da morte. Neste período, ainda com este trabalho em aberto, segue ampliando dois ensaios intitulados: Quando a música acaba e Fragmentos, sendo o segundo ainda não lançado.
Quando a música acaba, trata do impacto direto da morte no indivíduo enquanto espectador, e possibilita a troca direta de experiências com o mesmo a partir da galeria de arte mais democrática e contemporânea: as redes sociais. Cotidiano absurdo, é expressão artística individual, mas sobretudo a expressão do encontro com o inevitável, com a desfragmentação e desmistificação do conceito de morte enquanto fim absoluto, através da imagem. Permite ao espectador visitar o processo e transitar por inúmeras possibilidades, para além de conceitos engessados pela religião, moral, e tradições culturais. Com nuances de poesia e melancolia, advindos de um desenvolvimento íntimo e visceral, transpassa do olhar sensível, para um ato revolucionário, pois surge também da necessidade de confrontar as imposições sistemáticas.

Batato

Batato

Óleo sobre tela 1989

Nua

Nua

Óleo sobre Tela 1988

AUTORRETRATO

AUTORRETRATO

Giz e pastel sobre papel 1980

Gustavo Marrone en su atelier

Gustavo Marrone en su atelier

Óleo sobre tela 1988

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

El psicoanálisis con rabia roía el cráneo por dentro y por fuera

Técnica mista sobre tela 2018

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